Assina a contribuição mensal, muda o valor ou pausa sozinho.
Vê a base recorrente, quem entrou, quem caiu e por qual motivo.
A doação deixa de ser um pagamento solto e passa a ser uma relação que continua: cada projeto com etapas e comprovação, cada pessoa com conta própria, cada mês com a prestação de contas pronta. Tudo com o nome, o logo e as cores da sua organização.
O portal de quem doa e o painel de quem administra saem da mesma base. Não é uma página de doação com um painel de administrador em cima, é uma plataforma inteira com a marca da sua organização.
Assina a contribuição mensal, muda o valor ou pausa sozinho.
Vê a base recorrente, quem entrou, quem caiu e por qual motivo.
Escolhe o destino na hora de doar e vê para onde foi.
Recebe a doação já marcada, sem conciliar pelo final dos centavos.
Acompanha a etapa do projeto, com foto e nota fiscal em cada marco.
Define meta, plano de aplicação e declara o marco cumprido.
Recebe a prestação de contas sem precisar pedir.
Fecha o período por campanha e exporta para a contabilidade.
Entra na plataforma da organização, não numa página de campanha solta.
Troca nome, logo e cor sem abrir chamado com a gente.
Recebe resposta pelo WhatsApp na hora, sem esperar alguém disponível.
Configura o que é automático por WhatsApp e e-mail, e o que fica com a equipe.
Três meios de arrecadação com o mesmo defeito: o dinheiro chega, mas o relacionamento não se desenvolve. Quem doou vira uma linha no extrato, não acompanha o que a doação realizou, e a próxima campanha começa do zero.
Sete no fim é reforma, treze é missões: o destino da doação mora na memória de quem doa. Quem esqueceu o código adia a doação, e doação adiada encolhe.
A pessoa preenche os dados, paga, e a tela acaba ali. Sem conta, sem histórico e sem acompanhar a campanha: a relação com quem doou não começa.
Todo mundo aponta para a mesma chave, e o valor entra sem nome e sem destino. Uma transferência fria, sem campanha e sem vínculo.
Na plataforma a doação entra identificada, com o destino escolhido na tela, e quem contribui acompanha o que ela virou. Pessoa próxima e engajada volta a doar, e doa mais.
A doação sai de quem doa, vira projeto executado e volta como comprovação para a mesma pessoa, no portal dela. As duas pontas são plataforma.
Quem já doou não preenche formulário de novo. Entra na própria conta e encontra a vitrine de projetos, o histórico, os recibos e as recorrências num lugar só.
Campanhas, contribuição recorrente, doações e repasses separados, cada um com relatório e exportação.
O que existe é link de pagamento solto, um de cada vez, sem conta para quem doa e sem painel para quem administra.
Somos a camada de tecnologia. Por padrão o dinheiro cai na conta da própria organização, que continua dona do dinheiro e dos dados.
Software de doação costuma obrigar a organização a mudar o jeito de trabalhar para caber na ferramenta. Aqui é o contrário, em três camadas, e todas são configuração, não desenvolvimento sob medida.
Serve para organização que tem projeto para mostrar e gente que quer acompanhar.
Agende uma reunião sem custo: você entra numa demonstração pré-configurada para a sua organização. Passamos pelo portal de quem doa e pelo painel de quem administra, mostrando como cada parte resolve o que você precisa hoje, e saímos da conversa com tudo mapeado para deixar a plataforma de pé.
Sem custo e sem compromisso
Não. A conta continua a mesma. O que muda é que o dinheiro chega separado por fundo e com o destino já definido, em vez de chegar como valor solto no extrato.
O plano e o custo são montados com a organização, conforme o tamanho da operação e o que ela quiser customizar. Sai por escrito na proposta, antes de qualquer assinatura.
Sim, e a separação é por desenho. O destino é escolhido na origem, por quem doa, e no painel são dois fluxos com relatório próprio cada um.
São. Doadores, contribuições e comprovações saem em formato aberto quando ela quiser, e as condições de encerramento ficam escritas no contrato.